Marcha da Maconha – Brasil 2009 » Justiça

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11/11/08

Assinado por: Movimento Mudança

A cannabis está enraizada na cultura de diversas sociedades do globo e segundo o Relatório Mundial sobre Drogas da ONU de 2007, ela é utilizada por 3,8 % da população mundial (aproximadamente 160 milhões de pessoas). A criminalização da maconha impede a utilização de seus valores terapêuticos e homeopáticos, favorece o narcotráfico e a violência e dificulta a construção de políticas públicas para o tratamento de usuários e a prevenção.

A hipocrisia do estado brasileiro de colocar a culpa no usuário pela manutenção do tráfico de drogas inverte a ordem de prioridades, e a repressão e o autoritarismo falam mais alto do que a discussão sobre respeito das liberdades individuais e os efeitos da droga na saúde das pessoas. Nunca houve casos de overdose causada pela maconha, além do que, a droga é utilizada para tratamento do câncer e da Aids em casos mais graves.

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30/10/08

Gostaríamos de prestar agradecimentos aos organizadores e aos que participaram hoje (30/10/2008) do debate realizado na videoteca da UNIFOR(Universidade de Fortaleza) sobre o documentário “Semente da discórdia” (2008), direção Yargo Gurjão e Valentino Kmet. Recentemente várias cidades brasileiras realizaram uma marcha visando a discussão da descriminalização da maconha, tema polêmico que vem sendo debatido por várias instâncias da sociedade civil brasileira. A marcha foi proibida de acontecer na cidade de Fortaleza. O documentário, realizado por alunos da UNIFOR, busca compreender os motivos desta proibição, levantando questões sobre liberdade de escolha e liberdade de expressão.

Debateram:

Sandra Helena de Souza, professora de Ciências Políticas da UNIFOR e Paulo de Tarso Pires Nogueira, juiz e Presidente da Associação dos Magistrados do Ceará. Leia mais…

26/09/08

O Coletivo de Fortaleza da Marcha da Maconha gostaria de agradecer a todos que compareceram hoje à exibição do documentário “Semente da Discórdia”, um curta sobre a proibição da Marcha que seria realizada em Fortaleza, que foi passado no CH2 da UFC.
Agradecemos também a participação do advogado Alexandre Forte, que nos deu um grande apoio na questão da legalidade da marcha, contribuindo com a sua experiência na área e nos mostrando alguns caminhos que podem ser muito úteis para nosso movimento, e de um dos responsáveis pela produção do filme exibido que também colaborou com o nosso debate. É muito animador saber que em meio à repressão da manifestação tenhamos pessoas que estão dispostas a inserir na nossa cidade e no nosso país o debate sobre a elaboração de novas políticas públicas para as drogas.

Segue um texto escrito pelo Alexandre por volta de maio, quando houve a proibição do movimento:

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