Informações Sobre A Comunicação Da Marcha Da Maconha – Marcha da Maconha

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Grupo: Members Posts: 1,673 Entrou: 23/05/07 Usuário Nº: 12

Em tempo, vou retomar alguns pontos pra esclarecer para os mais novos:No site da Marcha da Maconha existem o Blog o e Fórum. Além disso, temos contas de e-mail por cada cidade.Como nunca tivemos a definição de uma de política coletiva com relação a utilização destas ferramentas, a política consolidada era:- Pedidos de criação de contas de e-mail ou alteração de senhas das contas existentes, eram recebidos pelo e-mail [email protected] (cuja senha é de conhecimento de todos aqueles que de algum modo contribuiram com a comunicação e foi definida na criação do site);- As contas de utilização do Blog foram criadas mediante pedido via [email protected] e vinculadas aos e-mails das cidades – TODAS as contas de e-mail criadas tiveram criadas também uma conta no Blog e todos os dados foram encaminhados aos respectivos demandantes;- Foi tido como legítimo para adição de cidades no calendário nacional do site aquelas cidades que postassem local de concentração e horário da marcha no fórum;- Todos os pedidos de inclusão de vídeos, na barra lateral do site, feitos pelo fórum ou pela lista de e-mail foram realizados – nunca houve contestação de algum pedido realizado, a exceção do calendário que foi amplamente debatido e postado no blog através da conta 'saopaulo’. Há anos está sendo desenvolvida solução para inclusão de vídeos via admin do Blog, nunca foi terminado;- Nosso fórum, além de pirata é desatualizado, o que nos expõem a uma chuva de spammers. Fato este que forçou a utilização de moderação e seleção diária (no volume aproximado de 100 tentativas/dia) do registros no fórum. Trabalho este realizado por uma única pessoa;- Todos os pedidos de inclusão na lista de e-mails da Marcha foram realizados, com ou sem atrasos. Também este trabalho sendo realizado por uma unica pessoa;- A lista de e-mails da Marcha da Maconha foi criada durante a marcha de 2008 (primeira com grande caráter nacional, na minha opinião) para partilha de tarefas operativas e afirmada como um não-espaço de decisão ou encaminhamento político. Inúmeras discussões e decisões de cunho político foram articuladas e encaminhadas através desta lista, sem o conhecimento público, desde então;- Não há nenhuma porta pública de entrada para a lista de e-mails da Marcha, sendo a inclusão de novos registros realizadas APENAS pela indicação direta daqueles que já estão presentes na lista de e-mails;- Não há nenhum registro público das informações circuladas na lista de e-mails;- A conta no riseup, que atualmente gerencia a lista da Marcha da Maconha, gerencia também a lista 'cannabis-la’ – encaminhada a partir da reunião sobre Cannabis na Conferência Latino-Americana sobre Drogas (2010 @RJ);- A mensagem de advertência, alerta etc. da página inicial do site foi elaborada também em 2008, pelo então coletivo do RJ.O fórum é uma ferramenta que permite organização temporal das informações – exatamente por isso é possível perceber exatamente entre 2009 e 2010 se dá o declínio da utilização do fórum. Esse período foi marcado por intensas disputas sobre a concepção do que é este movimento (no fórum) e aqui se sobressaiu o argumento de pragmatismo e da utilização operacional estrita da lista de mails. Não é verdade que a lista é a unica forma de comunicação que se consolidou inter-estadualmente – nossas ferramentas integradas de comunicação sempre funcionaram bem, até onde em algum momento tomamos o rumo de reduzir, simplificar e ocultar nossa comunicação – marginalizando pessoas dos processos políticos e criando espaços privilegiados de participação.Acredito que estas sejam informações importantes pra todos e todas que desejam se engajar na Marcha da Maconha, de modo crítico, e construí-la como uma movimento do campo popular, horizontal e de [email protected]!Enquanto não houver uma definição coletiva para nossas políticas de comunicação todo e qualquer pedido de acesso às ferramentas de comunicação, incluindo os espaços „internos”, serão prontamente atendidos – sem qualquer crivo ou análise.

Não à hierarquização de nossa comunicação!